Catálogo com foto no celular da cliente, controle do que ficou consignado, promissória impressa na hora e a lista de cobrança pronta quando você chega na cidade. Feito para o comerciante da estrada — não para escritório.
Não é falta de trabalho. É falta de controle — e todo rifeiro conhece estas quatro histórias.
Papel molhou, rasgou, ficou no outro caderno. Sem documento, a dívida vira palavra contra palavra — e quase sempre você fica no prejuízo.
Duas clientes pediram a mesma panela e você só tinha uma. Alguém vai ficar sem, e a viagem inteira fica marcada por isso.
Foram três meses até voltar. Quando lembrou, já era. Um esquecimento por viagem, vezes doze meses, dá muito dinheiro.
Vendeu bastante, gastou combustível, pagou ajudante — e no fim do mês não dá para dizer quanto sobrou de verdade.
Do cadastro do produto até o dinheiro na mão, sem precisar aprender computador.
Escreve o preço na legenda e pronto. O robô lê, monta o anúncio, mostra como vai ficar na tela da cliente e só publica depois que você aprovar. Cadastrar 100 produtos vira coisa de uma tarde.
Com foto, preço, cores e tamanhos — e o aviso de quantas peças já estão reservadas. Ela escolhe se compra para ela ou pega para revender, e monta o pedido sozinha, até sem internet.
Você confere item por item: levo agora, fica para a próxima ou não tenho mais. A resposta volta para ela pelo WhatsApp, e o app monta a lista de separação por cidade para carregar o baú.
Com nome, CPF, endereço, valor por extenso e o recibo na mesma folha, na linha de corte. Ela só assina. Consignação também gera nota de garantia — e o app baixa sozinho no acerto.
Lista de cobrança por cidade, com telefone e dias de atraso, ordenada pela maior dívida. Um toque manda a cobrança pronta no WhatsApp, com educação e sem constranger ninguém.
Tudo em um lugar só, sem mensalidade escondida e sem precisar de outro programa.
No interior o sinal cai. O app continua abrindo, mostrando o que já baixou e guardando o que você fizer — e sobe sozinho quando o sinal volta. Sempre com a data da última atualização na tela, para ninguém se enganar.
Pediu, a peça sai da vitrine na hora. Ninguém promete duas vezes a mesma mercadoria, e a cliente ainda vê quantas restam — o que faz ela decidir mais rápido.
Impressos em A4 com linha de corte, valor por extenso e dados completos. Também dá para fotografar a promissória feita à mão e guardar no aplicativo.
Quem pegou, quanto pegou, quanto vendeu, quanto devolveu e quanto ficou. O acerto calcula a comissão e recusa fechar se a conta não bater.
Quanto vendeu, quanto custou, quanto está na rua e quanto está parado no baú. Com gráficos, não com adivinhação.
Cada vendedor com a própria permissão: um vê o financeiro, outro só recebe pedido. E tudo que é feito fica registrado com nome e hora.
O movimento do dia chega no seu Telegram ou e-mail, junto com a cópia de segurança. Se um dia der problema, é só devolver o arquivo e tudo volta.
Mensagem pronta, respeitosa, com o valor e o vencimento. Você não precisa pensar no que escrever nem passar vergonha.
Exporta tudo em planilha quando quiser. Se um dia sair, leva a sua base junto — sem precisar pedir licença a ninguém.
Menos que um dia de trabalho perdido. E bem menos que uma promissória esquecida.
Instalação, configuração da conta e treinamento da sua equipe.
R$ 5,00 por produto — 100 produtos saem por R$ 500. Acima de 200, R$ 4,00 cada.
Valor médio de quem tem 300 clientes cadastradas. Você escolhe como prefere pagar:
Sem cartão para testar. Sem multa para sair.
Cadastro pelo WhatsApp: R$ 49,90/mês (opcional — pelo Telegram já vem incluído e não custa nada)
O aplicativo se paga com uma coisa só que ele evitar no ano.
Acontece pelo menos uma vez por viagem. Só isso já cobre mais de um mês de assinatura.
Salário mais encargos de quem ficaria anotando tudo à mão — e ainda erra conta.
Não erra conta, não esquece de cobrar, não tira férias e trabalha nos três celulares da sua equipe ao mesmo tempo.
O app foi desenhado para ela. Letra grande, foto grande, botão laranja escrito Comprar, e um − 1 + para a quantidade. Ela instala pelo link que você manda no WhatsApp, sem procurar em loja nenhuma. Quem sabe pedir no Mercado Livre ou na Shopee usa este aqui de olhos fechados.
Continua funcionando. Você abre, consulta os pedidos, vê quem deve e até gera promissória. O que você fizer fica guardado no celular e sobe sozinho quando o sinal voltar. E aparece sempre, bem visível, a data da última atualização — para você não fechar negócio achando que o estoque está certo quando não está.
Não. Nenhum pagamento passa por ele. O aplicativo anota o que você combinou com a cliente — o dinheiro vai direto dela para você, em espécie, Pix, cartão ou promissória, como vocês preferirem. Não somos banco, não somos cobrador e não ficamos com percentual nenhum da sua venda.
Não. Seus dados ficam no servidor, não no aparelho. Você entra de outro celular e está tudo lá. Além disso, toda meia-noite chega no seu Telegram ou e-mail a planilha do dia e uma cópia de segurança completa — e com esse arquivo dá para devolver tudo ao aplicativo, se algum dia precisar.
Só se você deixar. Cada vendedor tem a própria permissão: dá para liberar pedidos e entregas e bloquear preço de custo, lucro, financeiro e cobrança. E tudo que ele faz fica registrado com nome e hora.
A nota promissória é um documento particular, e vale pelo que está escrito e assinado nela. O aplicativo preenche com os dados completos — nome, CPF, RG, endereço, valor por extenso, vencimento — e imprime junto com o recibo. A assinatura continua sendo de próprio punho, na folha. Se tiver dúvida sobre o texto, vale passar por um advogado da sua confiança uma vez; depois é só usar.
Você exporta tudo em planilha e vai embora. Sem multa, sem prender seus dados. Achamos que cliente que fica preso é cliente que já queria sair.
14 dias grátis, sem cartão. Se na primeira viagem o aplicativo não evitar um esquecimento que valha mais do que ele custa, é só não continuar.
Começar agora